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Espécies de pesca em Portugal

Este directório reúne as espécies com maior relevância para a pesca recreativa em Portugal — incluindo peixes, cefalópodes e crustáceos, sem pretender listar toda a fauna aquática. Cada ficha explica como identificar a espécie, onde ocorre, que técnicas fazem sentido, quando está mais activa e o que considerar antes de a consumir.

Assinalamos também o estatuto de cada espécie — nativa, introduzida, invasora ou migradora sensível — porque isso influencia a forma como deve ser tratada e as regras que lhe podem ser aplicáveis.

Ver lista de peixes de rio →Ver lista de peixes do mar →

Como ler as etiquetas

Estatuto

Nativa
Ocorre naturalmente em Portugal.
Endémica
Nativa e exclusiva da Península Ibérica.
Introduzida
Não nativa, estabelecida há muito no país.
Exótica
Não nativa, sem estatuto de invasora atribuído.
Invasora
Consta da lista nacional de espécies invasoras.

Atributos

Migradora
Move-se entre o mar e a água doce para se reproduzir.
Conservação sensível
Estado populacional frágil e regras específicas.
Grupo de espécies
O nome comum cobre várias espécies próximas.
Manuseamento com cuidado
Espinhos, dentes ou veneno: manusear com atenção.

Água doce

Espécies nativas dos rios portugueses, incluindo migradores que sobem dos estuários para desovar.

Água doce — exóticas e invasoras

Espécies introduzidas que hoje dominam grande parte das albufeiras. Algumas constam da lista nacional de espécies invasoras.

Mar e estuários

Espécies costeiras e estuarinas acessíveis a partir de praia, molhe, rocha ou embarcação.

Cefalópodes

Choco, lula e polvo: moluscos marinhos com anatomia, comportamento, técnicas e regras próprias.

Crustáceos

Espécies costeiras e de água doce, separando claramente origem biológica, estatuto legal e regras de captura.